segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Estudo 8 - História Eclesiástica de Eusébio de Cesaréia Livro I – Capítulos 1 e 2




01 de novembro de 2014.


1.     Propósito da Obra
2.      Resumo da doutrina sobre a preexistência de Jesus e da atribuição da divindade



Livro I
  1.   Propósito da Obra
  2. Resumo da doutrina sobre a preexistência de Nosso Salvador e Senhor, o Cristo  de Deus, e da atribuição da divindade
  3. De como os nomes de Jesus e de Cristo já eram conhecidos desde a antigüidade e honrados pelos profetas inspirados por Deus  
  4.   De como o caráter da religião anunciada por Cristo a todas as nações não era novo nem estranho          De quando Cristo se manifestou aos homens
  5. De como, segundo as profecias, em seus dias terminaram os reis por linha hereditária que regiam a nação judia e começou a reinar Herodes, o primeiro estrangeiro
  6. Da suposta discrepância dos evangelhos acerca da genealogia de Cristo
  7. Do infanticídio cometido por Herodes e o final catastrófico de sua vida
  8. Dos tempos de Pilatos
  9. Dos sumos sacerdotes dos judeus sob os quais Cristo ensinou
  10. Testemunhos sobre João Batista e Cristo
  11. Dos discípulos de nosso Salvador
  12.  Relato sobre o rei de Edessa



I - Propósito da obra
1.           É meu propósito consignar as sucessões dos santos apóstolos e os tempos transcorridos desde nosso Salvador até nós; o número e a magnitude dos feitos registrados pela história eclesiástica e o número dos que nela se sobressaíram no governo e presidência das igrejas mais ilustres, assim como o número daqueles que em cada geração, de viva voz ou por escrito, foram os embaixadores da palavra de Deus; e também quantos, quais e quando, absorvidos pelo erro e levando ao extremo suas fantasias, proclamaram publicamente a si mesmos introdutores de um mal-chamado saber[1] e devastaram sem piedade, como lobos cruéis[2], o rebanho de Cristo;
2.           e mais, inclusive as desventuras que se abateram sobre toda a nação judia depois que concluíram sua conspiração contra nosso Salvador, assim como também o número, o caráter e o tempo dos ataques dos pagãos contra a divina doutrina, e a grandeza de quantos por ela, segundo a ocasião, enfrentaram o combate em sangrenta tortura; também os martírios de nosso próprio tempo e a proteção benévola e propícia de nosso Salvador. Ao empreender a obra não tomarei outro ponto de partida que o princípio dos desígnios de nosso Salvador e Senhor Jesus, o Cristo de Deus.
3. Mas, por isso mesmo, a obra pede a compreensão benevolente para mim, que declaro ser superior a nossas forças apresentar acabado e inteiro o prometido, posto que somos até agora os primeiros a abordar o tema, como quem enfrenta um caminho deserto e sem pistas. Rogamos ter a Deus como guia e o poder do Senhor como colaborador, porque de homens que nos tenham precedido por este mesmo caminho, na verdade, não conseguimos encontrar uma simples pegada; apenas, se tanto, pequenos indícios através dos quais, cada um a sua maneira, nos deixaram como herança relatos parciais dos tempos transcorridos e de longe nos estendem como tochas suas próprias palavras; desde lá em cima, como de uma atalaia distante, nos chamam e nos mostram por onde se deve caminhar e por onde devemos encaminhar os passos da obra sem erro e sem perigo.
4.  Para tanto nós, depois de reunir o que achamos de aproveitável para nosso tema daquilo que estes autores mencionam aqui e ali, e colhendo, como de um prado espiritual, as frases oportunas dos velhos autores, tentaremos dar corpo a uma trama histórica e estaremos satisfeitos por poder preservar do esquecimento as sucessões, se não de todos os apóstolos de nosso Salva­dor, ao menos dos mais importantes nas Igrejas mais ilustres que ainda hoje são lembradas.
5.   Acredito que é de toda forma necessário que me ponha a trabalhar este tema, pois não sei de nenhum escritor eclesiástico até hoje que se tenha preocupado com este gênero literário. Espero ainda que se mostre utilíssimo para todos quantos se ocupem em adquirir uma sólida instrução histórica.
6.   Já anteriormente, nos Cânones cronológicos por mim redigidos, compus um resumo de tudo isso, ainda assim, na presente obra lançar-me-ei a uma exposição mais completa.
7.   E começarei, como disse, pelas disposições e a teologia de Cristo, que em elevação e grandeza excedem ao homem.
8.   Já que, efetivamente, quem se disponha a escrever as origens da história eclesiástica deve necessariamente começar por remontar-se à primeira dis­posição de Cristo mesmo - pois foi d'Ele mesmo que tivemos a honra de receber o nome - mais divina do que possa aparecer ao vulgo.

II - Resumo da doutrina sobre a preexistência de Nosso Salvador e Senhor,
o Cristo de Deus, e da atribuição da divindade
1.            Sendo a índole de Cristo dupla: uma, semelhante à cabeça do corpo, e por esta o reconhecemos como Deus, e outra, comparável aos pés, mediante a qual, e para nossa salvação ele se revestiu de homem, sujeito ao mesmo que nós, nossa exposição a seguir será perfeita se iniciarmos o discurso de toda sua história partindo dos pontos principais e dominantes. Deste modo, a anti­güidade e o caráter divino dos cristãos ficará patente aos olhos de todos que pensam que [o cristianismo] é algo novo, estranho, de ontem e não de antes.
2.     Nenhum tratado poderia bastar para explicar em pormenores a própria subs­tância e natureza de Cristo, por isso o Espírito divino diz: Sua linhagem, quem a narrará?[3]; pois na verdade ninguém conheceu o Pai senão o Filho, e ninguém conheceu alguma vez ao Filho, segundo sua dignidade, se não o próprio Pai que o engendrou.[4]
3.            E quem, a não ser o Pai, poderia conceber sem impureza a luz que é anterior ao mundo e a sabedoria inteligente e substancial que precedeu aos séculos,[5] o Verbo vivente no Pai e que desde o princípio é Deus, o primeiro e único que Deus engendrou antes de toda a criação e de toda a produção de seres visíveis e invisíveis, o general do exército espiritual e imortal do céu, o anjo do grande conselho, o servidor do pensamento inefável do Pai, o fazedor de todas a coisas junto ao Pai, a causa segunda de tudo depois do Pai, o Filho de Deus, genuíno e único, o Senhor, o Deus e Rei de todos os seres, que recebeu do Pai a autoridade soberana e a força, junto com a divindade, o poder e a honra? Porque, em verdade, segundo o que dizem d'Ele os miste­riosos ensinamentos das Escrituras: No princípio era o Verbo, e o Verbo estava em Deus, e o Verbo era Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada foi feito.[6]
4.             E isto mesmo que ensina o grande Moisés, como o mais antigo dos profe­tas, ao descrever, sob a inspiração do espírito divino, a criação e a ordena­ção do universo: o criador e fazedor do universo cedeu a Cristo e apenas a Cristo, seu divino e primogênito Verbo, o fazer os seres inferiores; e com Ele o vemos conversando acerca da formação do homem; Disse também Deus: Façamos o homem à nossa imagem e à nossa semelhança?[7]
5.             Fiador desta sentença é outro profeta, ao falar assim de Deus em certa pas­sagem de seus hinos: Pois ele falou, e foi feito; ele ordenou, e foi criado.[8] Introduz aqui o Pai e criador dispondo com gesto régio, na qualidade de soberano absoluto, e o Verbo divino, não outro que o mesmo que nos foi anunciado, como segundo depois d'Ele e ministro executor das ordens paternas.
6.      A este já desde o alvorecer da humanidade, todos quantos nos foi dito que sobressaíram por sua retitude e sua religiosidade: os companheiros do grande servidor Moisés, e antes dele Abraão, o primeiro, assim como seus filhos e todos que se mostraram justos e profetas, ao contemplá-lo com os olhos límpidos de sua inteligência, o reconheceram e renderam-lhe o culto devi­do como o Filho de Deus.
7.             E Ele mesmo, sem desviar em nada de sua piedade para com o Pai, tornou-se para todos o mestre do conhecimento do Pai. E assim lemos que o Senhor Deus foi visto por Abraão, que estava sentado no carvalhal de Manré, sob a forma de um homem comum.[9] Abraão se prostra de pronto e, ainda que o olhe com seus olhos de homem, ainda assim o adora como Deus, suplica-lhe como Senhor e confessa saber de quem se tratava, ao dizer textualmen­te: Senhor, tu que julgas toda a terra, não vais fazer justiça?[10]
8. Porque, se nenhuma razão pode admitir que a substância não criada e imutável de Deus todo-poderoso se transforme na forma de homem, nem que com a aparência de homem criado engane os olhos dos que o vêem, nem que a Escritura forje enganosamente tais coisas, um Deus e Senhor que julga toda a terra e faz justiça, e que é visto sob a aparência de homem, nem se permitindo dizer que se trata da causa primeira do universo, que outro poderia ser proclamado como tal, senão seu único e preexistente Verbo? Sobre ele também se diz nos salmos: Mandou seu Verbo e os sanou e os livrou de sua corrupção[11].
9.             Moisés o proclama claramente segundo Senhor depois do Pai quando diz: Fez o Senhor chover enxofre e fogo, da parte do Senhor sobre Sodoma e Gomorra[12]. Também a Sagrada Escritura o proclama Deus quando apareceu a Jacó na figura de um homem e falou a ele dizendo: Já não te chamarás Jacó, e sim, Israel, pois lutaste com Deus[13], e então Jacó chamou àquele lugar "Visão de Deus", dizendo: Porque vi Deus face a face, e a minha vida se salvou[14].
10.      E não se pode supor que estas aparições divinas mencionadas sejam de anjos inferiores e servidores de Deus, pois quando algum destes aparece aos homens, não se cala a Escritura, mas chama-os por seu nome, não Deus nem sequer Senhor, mas anjos, como é fácil provar com incontáveis passagens.
11.      E a este Verbo, Josué, sucessor de Moisés, depois de havê-lo contemplado não de outra maneira que em forma e figura de homem também, chama-o príncipe do exército de Deus[15], como fazendo-o chefe dos anjos e arcanjos do céu e dos poderes superiores, e como sendo poder e sabedoria do Pai[16] e a quem foi confiado o segundo posto do reinado e do principado sobre todas as coisas.
12.     Porque está escrito: Estando Josué perto de Jericó, levantando os olhos, viu diante dele um homem que trazia na mão uma espada nua; chegou-se Josué a ele, e disse-lhe: És tu dos nossos, ou dos nossos adversários? Respondeu ele: Eu sou o general do exército do Senhor; acabo de chegar. Então Josué se prostrou sobre o seu rosto na terra e disse-lhe: Que diz meu Senhor ao seu servo ? Respondeu o general do exército do Senhor a Josué: Descalça as sandálias de teus pés, porque o lugar em que estás é santo[17].
13. De onde, partindo das próprias palavras, observarás que este é o mesmo que se revelou a Moisés, pois efetivamente a Sagrada Escritura refere-se a ele nos mesmos termos: Vendo o Senhor que ele se aproximava para ver, o Senhor, do meio da sarça, o chamou, e disse: Moisés, Moisés! Ele respondeu:
Eis-me aqui. E disse o Senhor: não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa. E lhe disse: Eu sou o Deus de teu pai, Deus de Abraão, Deus de Isaque e Deus de Jacó[18].
14. E que ao menos há uma substância anterior ao mundo, viva e subsistente, que serviu de ajuda ao Pai e Deus do universo na criação de todos os seres, chamada Verbo de Deus e Sabedoria. Além das provas expostas, nos foi dado ouvi-lo da própria Sabedoria em pessoa que, pela boca de Salomão, nos inicia claramente em seu próprio mistério: Eu, a Sabedoria, plantei minha lenda no conselho e invoquei o conhecimento e a inteligência; por meu intermédio reinam os reis, e os potentados administram justiça; por meu intermédio os grandes são engrandecidos; e por meu intermédio os soberanos dominam a terra[19].
15. Ao que acrescenta: O Senhor me criou como princípio de seus caminhos em suas obras, antes dos séculos assentou meus fundamentos. No princípio, antes que fizesse a terra, antes que brotassem as fontes das águas, antes de firmar os montes e antes de todos os outeiros, engendrou a mim. Quando preparava os céus, eu estava com Ele; e quando tornava perenes os mananciais que estão sob o céu, eu estava com Ele a dirigir. Eu me sentava ali onde a cada dia Ele se agradava e me encantava estar diante d'Ele em toda ocasião, quando Ele se congratulava por ter terminado o universo[20].
16. Brevemente pois, está exposto que o Verbo divino existia antes de tudo, e também a quem apareceu, já que não o fez a todos.
17. Mas por que não foi isto ensinado antes, antigamente, a todos os homens e a todas as nações, assim como é agora? Talvez possa explicá-lo esta resposta: a vida primitiva dos homens era incapaz de encontrar um lugar para o ensinamento de Cristo, todo sabedoria e virtude.
18. De fato, logo no início, depois de seu primeiro tempo de vida feliz, o primeiro homem se afastou dos mandamentos divinos e lançou-se nesta vida mortal e perecível, trocando as delícias divinas do começo por esta terra maldita.
E seus descendentes povoaram toda nossa terra, e com exceção de uns poucos aqui e ali, foram manifestamente degenerando e chegaram a ter uma conduta própria de animais e uma vida intolerável[21].
19. Não lhes ocorria sequer pensar em cidades, nem em normas, nem em artes, nem em ciências. De leis e juízos, assim como da virtude e da filosofia não
conheciam nem o nome. Como gente rude e selvagem, levavam vida nômade por lugares desertos. Com a excessiva maldade a que livremente se entregaram, corrompiam o raciocínio natural e toda semente de inteligência e j suavidade próprias da alma humana. E a tal ponto se entregavam sem reservas a toda iniqüidade, que por vezes se corrompiam mutuamente, às vezes se matavam uns aos outros, ocasionalmente praticavam a antropofagia, levaram sua ousadia até a combater contra Deus e travar estas guerras de gigantes por todos conhecidas, e pensaram em fortificar a terra contra o céu e preparar-se, em seu louco desvario, para fazer guerra àquele que está sobre tudo.
20.  Aos que levavam tal vida, Deus, que tudo controla, perseguiu com inun­dações e incêndios devastadores, como se fossem uma floresta selvagem espalhada pela terra, e os abateu com fomes contínuas, com pestes e guerras, e ainda fulminando-os do alto, como se com estes remédios tão amargos tentasse eliminar uma espantosa e gravíssima enfermidade das almas.
21.  Então pois, quando estavam realmente a ponto de chegar ao estupor da maldade, como o de uma tremenda embriaguez que obscurecesse e afundas­se em trevas as almas de quase todos os homens, a Sabedoria de Deus, sua primeira e primogênita criatura, o próprio Verbo preexistente, por um excesso de amor aos homens, se manifestou aos seres inferiores, algumas vezes por meio de visões de anjos e outras por si mesmo, como poder salvador de Deus, a alguns poucos dos antigos varões amigos de Deus, e não de outra maneira que em forma de homem, a única em que poderia aparecer para eles.
22.  Mas uma vez que, por meio destes, a semente da religião se estendeu a uma multidão de homens, e surgiu dos primeiros hebreus da terra uma nação inteira que se apegou à religião, Deus, por meio do profeta Moisés, entregou a estes, como a homens que continuavam em seu antigo estilo de vida, imagens e símbolos de certo misterioso sábado e da circuncisão, e iniciou-os em outros preceitos espirituais, mas não revelou-lhes o próprio mistério.
23.  Mas a sua lei ficou famosa, e como uma brisa perfumada difundiu-se entre os homens. Então, a partir deles, as mentes da maioria dos povos se foi suavizando por influência de legisladores e filósofos daqui e d'acolá, e a própria condição de animais rudes e selvagens foi-se transformando em suavidade, ao ponto de chegarem a uma paz profunda, amizade e trato de uns com os outros. Pois bem, assim é que finalmente, no início do império romano e por meio de um homem que em nada diferia de nossa natureza quanto à substância corporal, se manifestou a todos os homens e a todas as nações espalhadas pelo mundo considerando-os preparados e dispostos já a receber o conhecimento do Pai, aquele mesmo mestre de virtudes em pessoa, o colaborador do Pai em toda boa obra, o divino e celestial Verbo de Deus, e tão grandes coisas realizou e padeceu quantas se achavam nas profecias; estas haviam proclamado de antemão que um homem e Deus ao mesmo tempo viria a habitar nesta vida e realizaria maravilhas e seria reconhecido como mestre da religião de seu Pai para todas as nações; também haviam proclamado a maravilha de seu nascimento, a novidade de seus ensinamentos, suas obras admiráveis e, como se isto fosse pouco, a forma de sua morte, sua ressurreição de entre os mortos e sobretudo sua divina restauração nos céus.
24.     Quanto ao reinado final do Verbo, o profeta Daniel, contemplando-o sob influência do espírito divino, sentiu-se divinamente inspirado e descreveu assim, bem ao estilo humano, sua visão: Porque eu - disse - estava olhando até que foram colocados tronos, e um ancião de muitos dias se assentou. E sua roupa era alva como a neve, e seu cabelo como lã limpa; seu trono era uma chama de fogo, e suas rodas, fogo ardente. Um rio de fogo brotava diante d'Ele e milhares de milhares o serviam e miríades e miríades estavam diante d'Ele. Sentou-se o tribunal e se abriram os livros[22].
25.     Após poucas linhas continua dizendo: Eu estava olhando, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do homem que dirigiu-se ao Ancião de muitos dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado domínio e glória e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, não passará, e o seu reino não será destruído[23].
26.     Pois bem, está claro que todas estas coisas não poderiam referir-se a outro que a nosso Salvador, ao Deus-Verbo, que no princípio estava em Deus e que, por causa de sua encarnação nos últimos tempos, foi chamado Filho do homem.
27. Mas fiquemos contentes com o que foi dito, para a presente obra, pois em comentários especiais já reuni as profecias que tangem a Jesus Cristo, nosso Salvador, e em outros escritos dei uma melhor demonstração de tudo que expusemos acerca d'Ele.

O que mais te chamou a atenção neste texto?
Qual o objetivo de Eusébio ao escrever esta Obra?
O que o texto contribui para a nossa espiritualidade?
Como era a Fé em Jesus na Igreja do IV Século?
O que este encontro de acrescentou espiritualmente?




[1] 1 Tm, 6:20.
[2] At 20:29.
[3] Is 53:8.
[4] Mt 11:27.
[5] Pv 8:23.
[6] Jo 1:1-3.
[7] Gn 1:26.
[8] Sl 32:9.
[9] Gn 18:1-3
[10] Gn 18:25.
[11] Sl 106 (107):20.
[12] Gn 19:24.
[13] Gn 32:28.
[14] Gn 32:30.
[15] Js 5:14.
[16] 1 Co 1:24.
[17] Js 5:13-15.
[18] Ex 3:4-6. 19
[19] Pv 8:12, 15-16.
[20] Pv 8:22-25, 27-28, 30-31.
[21] Esta visão tão pessimista não provém das Escrituras, mas da filosofia grega.
[22] Dn 7:9-10.
[23] Dn 7:13-14.